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sábado, 22 de abril de 2017

Instalando programa do IRPF 2017 no Linux OpenSUSE LEAP 42.1

Este tutorial tem por objetivo orientar como efetuar a instalação no IPF 2017 no Linux OpenSUSE LEAP 42.1 versão 64 bits.
Para verificar qual versão está instalada, abra um terminal e digite:
#cat /etc/os-release
 
A próxima etapa é baixar a versão atual do Java em https://www.java.com/en/download/linux_manual.jsp. Na página que abrir faça Download da versão RPM de 32 e 64 bits. Salva na pasta Download e em seguida clique com o botão direito sobre o arquivo e escolha a opção Abrir com Install/Remove Software. Faça isso para os dois arquivos, o da versão 32 bits e o da versão de 64 bits. Após isso, basta seguir as orientações na tela.
Com isso o java da Sun já está instalado, agora é necessário setar a mesma como padrão, caso contrário não será possível instalar o programa do IRPF 2017. Para isso siga os passos abaixo:

No terminal, em modo super usuário, digite primeiro o seguinte comando:

#update-alternatives --install "/usr/bin/java" "java" "/usr/java/jre1.8.0_131/bin/java" 1

Depois digite este comando:

#update-alternatives --set java /usr/java/jre1.8.0_131/bin/java

Para verificar se a instalação e configuração do Java foram feitas corretamente digite o comando abaixo para ver qual Java está definido como padrão:

#java -version

O resultado deve ser semelhante ao abaixo:

java version "1.8.0_131"
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.8.0_131-b11)
Java HotSpot(TM) Server VM (build 25.131-b11, mixed mode)

Agora já é possivel instalar o aplicativo do IRPF 2017. Acesse o site da Receita Federal do Brasil e baixe o arquivo para distribuição Linux extensão bin.
Após baixar o arquivo acesse a pasta onde o arquivo foi salvo e digite o seguinte comando:

#chmod a+x IRPF2017Linux-x86_64v1.1.bin

Isso fará com que o arquivo se torne um executável. Agora é só efetuar a instalação digitando o seguinte comando:

#./IRPF2017Linux-x86_64v1.1.bin

Siga as orientações na tela. Com isso o sistema estará disponível para uso.
Observação. Caso precise remover o link para o novo java você pode usar o seguinte comando:

#update-alternatives --remove java /usr/java/jre1.8.0_131/bin/java




Claudir Pereira dos Santos


Matelândia, 22 de abril de 2017.





quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Ativando Java para FireFox 64 bits no OpenSuse 64 Bits com KDE


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Este tutorial foi aplicado no openSUSE 12.3 64 bits e em algumas versões anteriores sem problemas. Primeiramente deve ser instalado o java diretamente do site http://www.java.com/pt_BR/download/linux_manual.jsp?locale=pt_BR. Faça a instalação da versão de 32 bits ou 64 bits de acordo com seu navegador e sistema. Use os pacotes RPMs e opte pela instalação automática pelo Apper ou Gerenciados de Aplicativos.
Em seguida é necessário remover possíveis links para outras versões do plugin java e em seguida criar ou atualizar o link do plugin java para o firefox na pasta padrão dos plugins para o browser. Isso é feito com os seguintes comandos:

# ln -s /usr/java/jre1.7.0_21/lib/amd64/libnpjp2.so /usr/lib64/browser-plugins/


Esse comando cria um link/atalho para o arquivo libnpjp2.so na pasta browser-plugins. Deve se atentar que deve ser criado em /usr/lib64/browser-plugins e não em /usr/lib/browser-plugin quando o firefox e 64 bits.
Após a configuração, basta acessar o site da Java para verificar se a instalação está correta. O link para o teste está logo abaixo:

http://www.java.com/pt_BR/download/installed.jsp?detect=jre&try=1

O endereços dos arquivos e pastas podem variar de acordo com a distribuição e versão dos aplicativos. Ajuste de acordo com a necessidade.

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Claudir Pereira dos Santos
Matelândia/PR, 11 de setembro de 2013.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

INSTALANDO PACOTES SRC.RPM NO OPENSUSE 11.1







O processo de instalação de pacote distribuidos na forma de src.rpm é bastante simples.
Abra um terminal em modo root e digite:
rpmbuild -- rebuild NOMECOMPLETODOARQUIVO
por exemplo, para instalar o msn-proxy-0.7-30.1.src.rpm
rpmbuild -- rebuild msn-proxy-07.30.1.src.rpm
Após esse comando o sistema vai solicitar a instalação das dependencias, caso existam.








Com isso você criou o pacote RPM. No log de criação ele exibe onde o arquivo RPM de instalação foi salvo.
No OpenSuse 11.1 o aruivo é salvo em /usr/src/packages/RPMS
Dentro dessa pasta você vai ver uma pasta para cada arquitetura. Abra a basta de sua arquitetura e clque sobre o arquivo RPM gerado para instalar, ou abra um terminal nesta pasta e digite o comando:
rpm -ivh NomeCompletoDoRpm
No nosso exemplo seria:
rmp -ivh msn-proxy-07.30.1.i586.rpm
Quanto aos parametros -ivh
i = Instalação - Informa que o sistema será instalado;
v = Verbose - Exibir informações na tela drante a instalação;
h = Hash - Exibe uma barra de status enquanto o arquivo é desempacotado;
U = Upgrade  Informa que o sisema será atualizado;
Para atualizar o pacote basta substituir o parmetro i por U sendo que ficaria dessa forma: -Uvh.
Fique atent o a maiusculas e minusculas pois o comanto é sensivel a isso.
 
 
Claudir Pereira dos Santos

 
Matelândia - PR, 20/12/2010.

VirtualBox-OSE 3.1.4 com rede em modo Bridge - OpenSuse 11.2 64 bits






O VirtualBox, mesmo sendo instalado pelo Yast, apresenta algumas dificuldades. A primeira que encontrei foi o erro abaixo:

VirtualBox: supR3HardenedMainGetTrustedMain: dlopen("/usr/lib/virtualbox/VirtualBox.so",) failed: /usr/lib/libQtGui.so.4: undefined symbol:_ZN20QEventDispatcherGlib16staticMetaObjectE

Consegui solucionar esse erro atualizando tudo que eu tinha instalado relacionado a biblioteca QT, só que para isso tive que adicionar a lista de repositórios o endereço abaixo:

http://download.opensuse.org/repositories/KDE:/Qt/openSUSE_11.2.







O problema foi que com isso o KDE dava erro logo após o login acusando falha no plasma. Atualizei várias bibliotecas ligadas ao KDE, mas aparentemente o que resolveu foi a atualização do "plasmoid-quickacess", quanto a isso não tenho total certeza pois foram muitas as tentativas.  :-).
Bom, após isso consegui abrir o sistema e rodar o VirtualBox-OSE sem problemas com a rede em modo NAT. Mas como estou fazendo alguns testes para usar o sistema do VirtualBox como servidor precisava que o mesmo funcionasse como Bridge, então alterei nas configurações da máquina virtual nos parâmetros de rede para trabalhar dessa forma. Após isso, ao tentar iniciar a máquina virtual, passei a receber o seguinte erro:

VERR_SUPDRV_COMPONENT_NOT_FOUND with bridged network

Após muitas pesquisas no Goooooooooogle, descobri que esse erro estava relacionado com um problema no carregamento dos seguintes módulos:

vboxnetflt.ko
vboxnetadp.ko


Então tentei carregar com o comando modprobe mas dava erro. Foi ai que, em uma busca na net, li que tinha que ser carregado dessa forma:

insmod /lib/modules/2.6.33-6-default/updates/vboxnetflt.ko
insmod /lib/modules/2.6.33-6-default/updates/vboxnetadp.ko


A partir dessa configuração o sistema abriu sem problemas. Agora é só incluir isso em um script no boot e usar o sistema.  :-)
Estou usando o VirtualBox e estou gostanto. Já usei o VmWare server, e aparentemente o VirtualBox tem um melhor desempenho e não sobrecarrega tanto a máquina host. Também gostei muito do modo Seamless que deixa visivel apenas a barra de tarefas do sistema guest, fazendo com que o processo de emulação fique mais transparente.
É isso ai gente, esse é o mundo Linux, nada é de graça, as vezes temos que ralar para resolver pequenos problemas.
Até a próxima.





Cordialmente;
Claudir Pereira dos Santos


Matelândia/PR, 31 de março de 2010.

Acessando RemoteApp em um servidor Windows Server 2008 64 bits de uma estação openSUSE 11.3 64 bits

O Windows Server 2008 64 bits trouxe um novo conceito de uso do Terminal Service, o RemoteApp TS. Ele é uma implementação do Terminal Server que permite ao administrador disponibilizar atalhos para programas publicados através no console "Gerenciador de RemoteApp TS". A vantagem é o fato que quando o usuário clica nesses atalhos tem acesso apenas ao programa sem que seja necessário abrir a tela do servidor, o que acaba expondo um pouco mais a máquina. Dessa forma a execução e transparente e para um usuário mais desatento pode parecer que o aplicativo está rodando localmente.Esses atalhos gerados tem a extensão "RDP" e podem ser distribuídos para os usuários nesse formato. Para facilitar mais o processo, também existe a possibilidade de, dentro do console "Gerenciador de RemoteApp TS", gerar um arquivo "MSI" para distribuir automaticamente via GPO ou como convir. Ao executar esse arquivo, os atalhos são criados conforme configurado previamente no console, sendo que ainda é possível customizar o ícone.
Bom, isso tudo que foi exposto é o procedimento para quem usa uma máquina cliente com Windows instalado. Infelizmente essa distribuição de arquivos "RDP" ou "MSI" não funcionam para clientes Linux.





Mas não fique triste, você não vai ter que abandonar seu Pinguim para acessar os aplicativos de sua empresa distribuídos via RemoteApp de forma transparente. Para resolver esse problema a CENDIO desenvolveu o SeamlessRDP (Arriscando uma tradução: RPD transparente).
Para instalar o programa, baixe o SeamlessRDP de http://www.cendio.com/seamlessrdp/ em formato zip e extraia seu conteúdo no servidor com Windows Server 2008 64 bits, por exemplo, em "c:\linuxRdp\".
Em seguida, deve-se  publicar no Windows Server 2008 64 bits atravéz do "Gerenciador de RemoteApp TS" os executáveis do programa na versão 64 bits "C:\linuxRdp\seamlessrdpshell64.exe" ou versão 32 bits "C:\linuxRdp\seamlessrdpshell.exe". Após isso deve se marcar a propriedade "Permitir qualquer argumento de linha de comando" para o arquivo publicado. O Windows vai emitir uma mensagem lhe informando dos riscos. Se você não ativar essa opção não será emitida nenhuma mensagem de erro durante a conexão, mas você não vai conseguir se conectar.
Uma observação. É comum após uma tentativa de acesso com um login de usuário a seção ficar aberta no servidor. Se você tentar conectar com o mesmo usuário é provável que você não consiga. Para resolver esse problema pode se optar por uma das opções abaixo:
  • esperar o tempo de encerramento de seção definido no servidor;
  • acessar o servidor e redefinir a conta do usuário; ou
  • acessar com outro usuário.





Seguido os passos acima, o servidor Windows Server 2008 64 bits está pronto para receber conexões de uma máquina Linux. Nesse exemplo foi usado a distro openSUSE 11.3 64 bits.
Com o rdesktop instalado você pode digitar em um terminal de sua preferência a seguinte linha de comando:

rdesktop -a 15 -k pt-br -A -s "C:\linuxRdp\seamlessrdpshell64.exe c:\pasta\programa.exe" 192.168.0.1:3389 -u dominio\\usuario -p senha

Explicando o comando:
rdesktop chama o programa;
-a define a profundidade de cor para 15 bits;
-k define o teclado para pt-br;
-A Ativar o modo transparente de acesso;
-s Script de conexão;
Em alguns programas é necessário informar o diretório de trabalho. Isso deve ser feito incluindo "-c" logo após o  parametro de"-s". O resultado na linha acima seria o seguinte:

rdesktop -a 15 -k pt-br -A -s "C:\linuxRdp\seamlessrdpshell64.exe c:\pasta\programa.exe"  -c "c:\pasta" 192.168.0.1:3389 -u dominio\\usuario -p senha







Não coloque barra no final do diretório de trabalho, pois dessa forma o sistema não irá abrir e nem retornará mensagem de erro.
Na primeira tentativa de acesso houve um problema retornando a mensagem "falha de segmentação". O openSUSE 11.3 64 bits estava rodando o rdesktop instalado por padrão. Após algumas pesquisas foi constatado usuários com o mesmo problema sendo o mesmo resolvido removendo e instalando novamente o rdesktop.
Para isso basta abrir o "Gerenciador de Softwares" e remover o rdesktop. Em seguida instale novamente o rdesktop, mas dessa vez o de 32 bits. Com isso os acessos devem funcionar sem problemas. Na versão 64 bits o erro persistiu.
Bom seria isso. Fica aqui a dica para quem usa Linux e trabalha em rede corporativa que tem um servidor com Windows Server 2008 64 bits instalado.
Como recomendação para novos estudos ou um feedback nos comentários, fica o seguinte:

Resolver problema visual que ocorre quando a tela é redimensionada ao clicar em maximizar:
Quando a tela e redimensionada o programa em uso apresenta alguns problemas estéticos de renderização.
Sanar a seguinte mensagem de erro:
WARNING: Broken Window Manager: Unable to test window restacking

Fazer com que a seção com o servidor seja encerrada ao fechar o sistema:
Após fechar o sistema a cessão continua aberta com o servidor ficando apenas com estado "Desconectada";


Claudir Pereir dos Santos

Matelândia, 27/07/2010.



Referências:

CENDIO. SeamlessRDP. Disponível em: <http://www.cendio.com/seamlessrdp/>. Acesso em: 22 jul. 2010.

Instalando o LiveCD openSUSE 11.3 32 bits de um pen-drive





Hoje é muito com o uso de netbook, o que torna muito importante a possibilidade de instalar o sistema operacional de um pen-drive.
Também existem os casos corporativos que, por economia, nem todos os computadores tem drive de CD/DVD.
Após várias tentativas de instalação do LiveCd openSUSE 11.3, de um pen-drive, sempre recebendo a mensagem de erro "isolinux.bin missing or corrupt", em um fórum (1) descobri o erro. Coisa básica, mas que impossibilitá a instalação, um erro no parâmetro do comando "dd".
Na maioria das referências encontradas é orientado a executar o comando da seguinte maneira:

dd if=/pasta/openSUSE-11.3-KDE4-LiveCD-i686.iso of=/dev/sdbX bs=4M;sync
 sdbX: no X seria atribuído a sequência do pen-drive conectado.
Gravando a imagem dessa forma, sempre que é tentado dar o boot pelo pen-drive o sistema emite a mensagem de erro "isolinux.bin missing or corrupt". No fórum referenciado abaixo, encontrei a forma correta de gerar a pen-drive bootavel, veja que simples:


dd if=/pasta/openSUSE-11.3-KDE4-LiveCD-i686.iso of=/dev/sdb bs=4M;sync
Isso mesmo, simplesmente não deve ser informado a sequência do pen-drive. Com isso realizei o boot pelo pen-drive e executei a instalação sem problemas.
Uma outra dica que aprendi na busca é o seguinte. Para descobrir como está representado seu USB no sistema, digite o seguinte:

ls -l /dev/disk/by-id/*usb*





Isso irá exibir uma saída mais ou menos assim:

lrwxrwxrwx 1 root root  9 Jul 24 05:20 /dev/disk/by-id/usb-CORNICE_Inc._Storage_Ele-0:0 -> ../../sdb
lrwxrwxrwx 1 root root 10 Jul 24 05:20 /dev/disk/by-id/usb-CORNICE_Inc._Storage_Ele-0:0-part1 -> ../../sdb1

Essas informações são de um único dispositivo antes de realizar o camando "DD". Aparentemente sdb corresponde ao dispositivo e sdb1 a partição existente. Dessa forma, é possível que quando o comando dd é executado apondando para sdb1 ele não crie uma nova partição inicializável mas reutilize a existente. Já quando é apontado para sbd ele destrói e constrói uma nova partição. Isso é apenas uma ideia, não tomem isso como verdade. Para saber o realidade, só pesquisando.
Até a próxima.


Cordialmente;


Claudir Pereira dos Santos


Matelândia, 24/07/2010



(1) http://forums.opensuse.org/english/get-help-here/pre-release-beta/423733-opensuse-11-2-rc1-unable-boot-off-usb-flash-disk.html